Jesus, o barco e eu!

Jesus, o barco e eu!
Era segunda vez que os discípulos entravam num barco para atravessar o mar sob a ordem de Jesus. Da primeira vez, a experiência trouxe momentos de admiração, mas isso depois de momentos de tensão e desespero.
Agora, o texto diz que Jesus “ordenou” ou “mandou” que seus discípulos entrassem no barco novamente e começassem a travessia. Agora sem Jesus (momentaneamente) no barco.
A verdade é que a última viagem fora uma experiência marcante em todos os sentidos.
Imagino o que os discípulos deveriam estar pensando.
No meio da viagem, eles se deparam com uma nova tempestade. Mar revolto, agitado, ondas fortes... Só que agora... Jesus não está no barco.
A questão é a seguinte: Jesus no barco comigo faz toda a diferença
Pensando nessa situação vivida, podemos aprender algumas coisas:
- A presença de Jesus nem sempre sinônimo de tranqüilidade, mas sempre de segurança:
Muito pelo contrario, a última vez que Jesus esteve no barco com eles, todos a princípio passaram um aperto. Como tendemos a sempre lembrar daquilo que é ruim, provavelmente os discípulos quando lembravam a última viagem, não pensaram em Jesus acalmando a tempestade, mas do grande sufoco que passaram, enquanto Jesus dormia no barco.
Certamente é válido afirmar que: Melhor é atravessar uma tempestade com Jesus no barco, do que enfrentá-la sem a presença Dele.
“no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” João 16:33. Se tem algo que Jesus não prometeu a seus discípulos foi tranqüilidade, muito embora a experimentemos. “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.” Mat. 5:11.
- Mesmo que Jesus esteja comigo na tempestade, ainda sim preciso crer Nele.
Pedro foi ousado. Saiu ao encontro de Jesus, mesmo quando tudo estava escuro. Era de madrugada (quarta vigília: das 3hs às 6hs AM). Todos estavam aterrorizados. Havia “alguma coisa” caminhando por sobre as ondas de um mar agitado.
Alguém gritou desesperado: Fantasma! E todos começaram a bater cabeça. Não tinha pra onde ir.
Na verdade, sempre que atravessamos uma crise, muito embora precisemos de palavras de ânimo e de esperança, sempre podemos contar com alguém pra piorar tudo.
- “Ta com câncer!? Ih minha vizinha morreu toda podre por dentro ...”
- “Ta desempregado!? Vc é formado!? Meu irmão é formado tá desempregado há 2 anos...”
- “Brigou com seu marido!? Ih, homem é uma peste,vale nada, nenhum presta, olho nele!!!!”
Todos estavam desesperados, e acredito que Pedro também. Mas ele ousou crer em Jesus, muito embora a tempestade fosse grande. Ainda que, perto de Jesus, Pedro começou a afundar, sua atitude não pode ser desmerecida. Só ele teve coragem. Todos os outros ficaram atônitos. Pedro creu.


Concluindo ...

O povo diz “ruim com ele, pior sem ele ...” Aplicando-se a Jesus, eu e o barco é verdade. Se fica difícil a vida sem Cristo, muito pior quando Ele não está presente. Os discípulos enfrentaram essa realidade. Viram que, a presença de Jesus no barco agora, trouxe calmaria. Perceberam que é melhor que Jesus esteja junto, ainda que a viagem não prometa ser tranqüila. Entenderam que, é preciso crer em Jesus e ir ao seu encontro muito embora seja intensa a tempestade. É preciso estar seguro nEle.



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